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Clínica de enxerto Ósseo

A odontologia avançou muito com o surgimento dos implantes osteointegráveis e conseguimos resolver problemas de muitos pacientes. Com o crescimento das possibilidades, nos deparamos com os pacientes sem os dentes e sem osso. Para colocar os implantes,  a condição primeira é ter osso no local.


Sendo assim, foi necessário trazer osso de outro lugar e colocar ali.  Ao falar necessidade de enxerto, muitos pacientes se assustam e convencem ao profissional em usar outras técnicas. Só que o problema é físico e arrasador. A técnica de enxerto ósseo é fenomenal.






Há duas possibilidades de proveniência do osso a ser enxertado. Inicialmente, tirava-se o osso do próprio paciente, para que esse bloco de osso, traga já as células de reconstrução dentro dele. É possível também usar o Banco de Tecidos, onde pacientes doadores nos fornecem essa possibilidade de uso.


Neste caso, como não temos células vivas, este bloco de osso, será irrigado pelo próprio sangue do paciente onde fornecerá as células e as condições para que ele viva e se integre ao osso original. Esses Bancos de Tecidos, são extremamente regulamentados pelo Sistema Nacional de Transplantes e seguem normas rigorosas impostas pelo Ministério da Saúde. São de altíssimo nível, e consiste em um procedimento seguro e altamente confiável.




Na maioria das vezes, a quantidade de osso para reformar uma maxila, é muito grande, e para ser tirado do mesmo paciente chegava a ser impossível. Muitas vezes era utilizado o osso do quadril (iliaco), para tirar bastante osso e poder completar uma região e reabilitar com seis implantes.


Ao optar pelo Banco de Tecidos,  o osso vem com a estrutura cálcica, que na hora que fixamos ao osso original do paciente ele vai funcionar como uma barreira para o tecido mole não ocupar aquele espaço e para dar tempo para que as células ósseas transformem aquele bloco em osso vivo, com células vivas.


Ao contrário de outros transplantes como de coração ou fígado, não vem com células vivas e não exige a necessidade de compatibilidade. Após a colocação é visível o aumento do lugar enxertado. É só esperar um período de até cinco meses para ele se integrar.


No caso de faltar o osso no paciente é necessário optar por uma das soluções e assim começar o procedimento. Esse procedimento pode ser feito junto com a colocação de alguns implantes. Neste caso, a estrutura óssea do paciente não está tão mal, mas algumas espiras do implante ficaram descobertas, ou mesmo para repor a falta de sustentação do nariz, ou então para completar um defeito ósseo. Que seja.

O implante foi colocado junto com o enxerto. Isso é bom, pois depois de 3 a 4 meses já podemos passar para a fase dos provisórios, pois o osso colocado como enxerto não é fator preponderante para fixação deste implante. É um complemento.


Existe outra maneira deste enxerto ser feito. Falamos em engrossar o osso.  Agora, imagine que o osso é grosso só que é curto. Esses são os casos posteriores superiores, onde existe a presença do seio maxilar que com a extração do dente foi invadindo esse osso que sobrou. Nestes casos, colocamos osso para ganhar a altura de volta.



O pós-operatório do enxerto ósseo é ótimo. Sem dor, mas incha bastante devido a presença de um corpo estranho ali, que o organismo tem que identifica-lo. Se seguir direitinho os procedimentos e a medicação prescrita pelo dentista, tudo fica muito fácil.


Nos casos mais finos, onde não tem nada de osso, o enxerto é colocado sozinho. Deve-se esperar de 4 a 5 meses para ele se integrar e estar firme para receber os implantes. Este tempo é biológico, ou seja, é o tempo que o organismo levam para fazer este trabalho. Não tem como fazer ele ser mais rápido, é um tempo que deve ser respeitado. O enxerto ósseo é um procedimento previsível, com resultados maravilhosos sem complicações ou grandes problemas, mas sempre deve ser  feito por especialistas em odontologia.

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