perguntas frequentes
     Tire sua dúvidas.

        galeria de fotos
Conheça mais a clínica.

Implantes Imediatos


Quando falamos em carga imediata, queremos dizer que ao se colocar o implante, coloca-se imediatamente o dente fixado neste implante. Neste caso, colocamos o dente provisório sobre este implante recém colocado.

Ouvimos falar muito nesta carga imediata. Mas temos que ter bom senso.

Veja só: quando estamos colocando um implante, para que ele tenha sucesso, é indispensável que ao rosquearmos ao osso, exista uma retenção contrária, uma força contra, uma força de resistência óssea. Ou seja, ele tem que entrar apertadinho, para que ele não se mova, para que a retenção primária seja boa. Com isso, a previssibilidade é ótima. Imagine se esse implante for repor um dente da frente, um incisivo central, ou um pré-molar inferior ou superior, onde ao lado dele tenha vizinhos. Se for medida essa força do osso contra o implante, e ela for grande (acredita-se 40 N), e esse dente a ser reposto, for feito mais baixo sem tocar no dente de cima, e for protegido por dentes ao lado, podemos sim, colocar o provisório. Faríamos sim, a carga imediata.




O implante ainda não está osteointegrado. Mas a qualidade do osso é tão boa, que se houver uma força de mastigação sobre ele, ele não sofrerá.

Por isso, o bom senso é necessário. Não pensaria em ativar um implante, na região de mastigação, região de molares, onde o extremo seja livre, sem dente nenhum como vizinho final. É claro, que ao mastigar uma carne, inevitavelmente usaria este dente, pois os movimentos são inconscientes e a carga pode ser muita para ele. Melhor esperar e aguardar os 3 meses. Poderia ser que ele aguentasse. Foi zelo.

Vamos ver outro caso.

Imagine uma boca sem dentes, inferior, com 5 ou 6 implantes colocados ao mesmo tempo, longos e bem inseridos. Podemos sim, colocar uma prótese total toda unida, bem adaptada e com boa oclusão. É claro, que o paciente vai usar para comer.

Mas esse paciente, usava uma dentadura. Ele nunca comeu! Ele não tem força alguma nos músculos de mastigação. Quando ele receber esta prótese, ele nem sabe como comer. Ele vai aprendendo e quando completar os 3 meses de osteointegração, os músculos estão começando a ficar fortes e ele está começando a ficar confiante em mastigar. Este é um bom caso para CARGA IMEDIATA.

Se o caso for superior, também poderíamos pensar. A diferença entre superior e inferior é: = osso muito mais mole (osso esponjoso) e na maioria das vezes ao colocar os implantes tem que ter enxerto; =a dentadura de cima ela fixa melhor, então o paciente consegue comer bem. Não tanto quanto o dente fixo, mas ele ja é acostumado a comer melhor que o paciente que tem a dentadura em baixo. Isso quer dizer, que ele tem força de mastigação razoável, e quando receber a prótese sobre os implantes recém colocados, a força é uma força razoável. Neste caso, tem que analisar a qualidade do osso, se teve boa resistência óssea ao entrar estes implantes no osso e se os implantes são longos e grande. Aí não vejo problema. Mais uma vez, o bom senso é necessário. Às vezes é melhor esperar os 3 meses da osteointegração usando a prótese total antiga e depois ativá-la com a prótese nova fixa. Não é mesmo: Temos uma outra opção muito boa tambem, para carga imediata.

Quando o dente fraturou, por impacto, ou a coroa sobre ele fraturou a raiz, e na imagem radiográfica não existe infecção óssea, pode-se então fazer o IMPLANTE IMEDIATO COM CARGA IMEDIATA!!!!!

Duas vezes imediato. O implante é imediato a extração da raiz, e colocamos o dente com carga imediata tambem. Mais uma vez, seguindo o raciocínio dos casos acima e....o bom senso. Tem que ganhar o jogo!!! Nunca arriscar! Na dúvida: recue!!!